segunda-feira, 15 de setembro de 2008

20 anos blue

(fotografia de Bruno Abreu. www.olhares.com)

Boomp3.com
(Elis Regina-1972)

Sempre pensei em como o tempo passa rápido quando se está dentro (quero dizer, quando se vive) e lentamente lento (haha!) quando se está fora.
Ficar fora é estar por fora do querer viver, como aceitar que experiência seja algo que tenha a ver com idade ao invés de atitudes.
Ah, minhas cicatrizes! Há tempos atrás não havia mertiolate que fizesse passar a dor.
Da dor só restaram cicatrizes agora. E da vida, um longo caminho a percorrer.
E eu tenho apenas a idade que tenho. É a coisa mais relativa do mundo então.

Nunca volte atrás.





Never more says:
“goodbye, see you on the other side!”
Please, never more!

11 comentários:

srta. L. disse...

É como se diz. O tempo passa. O tempo voa. E a poupança Bamerindus, essa nem existe mais... Tenha paciência com você. Ok, então você hibernou. Prefiro ver você esquecendo-se das coisas que para trás ficam e prosseguindo para o alto e além, ok?

Beijos.

Edu França disse...

Ai ai, tempo... tenha calma risos

josue mendonca disse...

obrigado pela visita..
gostei da reflexão,acho que agente deve sempre olhar pra frente e esquecer as coisas que nos fizeram sofrer
grande abraço
ah,.a vida espiritual é infinita, nisso eu acredito!

"O Autor", disse...

Não vejo minhas cicatrizes, e isso me assusta.

« grands ¥eux disse...

e num eh que o Divina também bota banca no tempo?

ai, ai. essa adolescência que acaba dá nos nervos!

Hugo disse...

Ow
Gostei muito do texto.. assazmente tocante =D

Patricia disse...

Olá!
Vi seu blog na comunidade do Orkut e vim conferir/comentar!
Passa lá no meu blog tb:
http://blogdapattyandrea.blogspot.com

A filha única disse...

Saudades da minha infância, onde eu brincava so de calcinha com outras crianças, quando eu caia mertiolate ardiiiiiia que só haha
bjs :*

blog disse...

Vida é isso.
Cabrera Infante disse: "Impressionante a quantidade de coisas que podem ser vistas na escuridão quando se está dentro dela."

É mais ou menos por aí.
Inevitável.

FG

Mayna disse...

Só o tempo cura as cicatrizes e fecha as feridas. Mas ele às vezes pode ser bem cruel também.

http://maynabuco.blogspot.com

Márcio Daniel Ramos disse...

o limite da razão humana está na compreenção do tempo...